A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) autorizou o repasse de R$ 105,4 milhões do Fundo Reserva Global de Reversão (RGR), a título de empréstimo, às concessionárias designadas para a prestação do serviço público de distribuição de energia elétrica.

Os valores vão beneficiar os consumidores atendidos pelas empresas Amazonas Energia D (R$ 44,3 milhões), Boa Vista Energia (R$ 23,7 milhões), Cepisa (R$ 9,3 milhões), Ceron (R$ 15,5 milhões) e CEA (R$ 12,4 milhões), segundo despacho publicado no Diário Oficial da União (DOU) desta quinta-feira, 8 de fevereiro.

O termo “designadas” é porque essas distribuidoras são operadas pela Eletrobras, porém os contratos de concessão das áreas já foram devolvidos para a União. A assunção por um novo investidor dessas áreas depende do sucesso do processo de privatização da Eletrobras, em andamento pelo Governo Federal.

Cabe à Câmara de Comercialização de Energia averiguar a disponibilidade de caixa na RGR para eventual redução proporcional dos valores autorizados.

Fonte: Canal Energia

Na última quinta-feira, 1º de fevereiro, completou-se dois anos aplicação da Resolução Normativa nº 688/15, que flexibilizou os requisitos do Sistema de Medição e Faturamento (SMF) para os consumidores especiais no mercado livre de energia elétrica. Segundo a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), a mudança de regra beneficiou mais de 6 mil pontos de medição no período.

Desde de sua implementação, os especiais (0,5 MW a 3 MW) não têm a obrigatoriedade de utilizar um segundo medidor, chamado de retaguarda. Em março de 2017, a autorização foi ampliada pela resolução 759/17 para os consumidores livres (acima de 3 MW), centrais geradoras não programadas nem despachadas centralizadamente pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico – ONS e distribuidoras.

Com isso, a CCEE bateu a marca de 6 mil pontos de medição beneficiados com a flexibilização, somando atualmente 6.232 pontos flexibilizados. Até o momento, os pontos flexibilizados já representam 34% de todos os 18 mil pontos de medição cadastrados na Câmara de Comercialização.

O objetivo principal da flexibilização foi reduzir o custo de adequação do sistema de medição para os agentes. Priorizou a redução na aquisição de medidores e equipamentos associados bem como em obras civis nas instalações (quando necessárias). Considerando que o custo médio de um medidor de retaguarda, que se tornou facultativo com a flexibilização, é de R$ 4 mil, estima-se uma economia mínima no mercado de mais de R$ 24 milhões com a aquisição de equipamentos.

“Espera-se que a bem-sucedida discussão promovida pela CCEE seja usufruída por um número ainda maior de empresas em 2018, contribuindo inclusive para a decisão dos consumidores em migrar para o mercado livre. Identificamos que a referida flexibilização também está sendo exercida por centrais geradoras e distribuidoras em seus pontos de medição conectados à rede de distribuição”, observa Dalmir Capetta, gerente de Engenharia e Operação da Medição da CCEE.

 

Fonte: Canal Energia

Na última quinta-feira, 1º de fevereiro, completou-se dois anos aplicação da Resolução Normativa nº 688/15, que flexibilizou os requisitos do Sistema de Medição e Faturamento (SMF) para os consumidores especiais no mercado livre de energia elétrica. Segundo a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), a mudança de regra beneficiou mais de 6 mil pontos de medição no período.

Desde de sua implementação, os especiais (0,5 MW a 3 MW) não têm a obrigatoriedade de utilizar um segundo medidor, chamado de retaguarda. Em março de 2017, a autorização foi ampliada pela resolução 759/17 para os consumidores livres (acima de 3 MW), centrais geradoras não programadas nem despachadas centralizadamente pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico – ONS e distribuidoras.

Com isso, a CCEE bateu a marca de 6 mil pontos de medição beneficiados com a flexibilização, somando atualmente 6.232 pontos flexibilizados. Até o momento, os pontos flexibilizados já representam 34% de todos os 18 mil pontos de medição cadastrados na Câmara de Comercialização.

O objetivo principal da flexibilização foi reduzir o custo de adequação do sistema de medição para os agentes. Priorizou a redução na aquisição de medidores e equipamentos associados bem como em obras civis nas instalações (quando necessárias). Considerando que o custo médio de um medidor de retaguarda, que se tornou facultativo com a flexibilização, é de R$ 4 mil, estima-se uma economia mínima no mercado de mais de R$ 24 milhões com a aquisição de equipamentos.

“Espera-se que a bem-sucedida discussão promovida pela CCEE seja usufruída por um número ainda maior de empresas em 2018, contribuindo inclusive para a decisão dos consumidores em migrar para o mercado livre. Identificamos que a referida flexibilização também está sendo exercida por centrais geradoras e distribuidoras em seus pontos de medição conectados à rede de distribuição”, observa Dalmir Capetta, gerente de Engenharia e Operação da Medição da CCEE.

 

Fonte: Canal Energia

Celpe confirmou na última quarta-feira, 31 de janeiro, a conclusão das ações preventivas para o período do Carnaval. Para assegurar o fornecimento de energia no Sítio Histórico de Olinda, um dos principais focos de concentrações de foliões no Estado, foram destinados mais de R$ 1,5 milhão em serviços de manutenção e modernização da rede elétrica. Os recursos também foram utilizados no combate de ligações clandestinas, que colocam em risco a vida de pessoas e provocam interrupções. A concessionária ainda preparou um esquema especial de prontidão para os dias do carnaval, com equipes estrategicamente posicionadas na Cidade Alta para atuar em caso de eventuais ocorrências.

As ações preventivas foram iniciadas em outubro passado. Equipes de manutenção executaram mais de 260 correções e melhorias ao longo dos circuitos que atendem os polos de concentração carnavalesca. Nos últimos três meses, foram inspecionados 143 quilômetros de linhas e redes, contando com a substituição 1.378 quilômetros de fiação convencional por cabos protegidos e isolados. Para reduzir o risco de ocorrências provocadas pela interferência da vegetação na rede de distribuição, foram efetuadas mais 2 mil podas em árvores, bem como a instalação de 2.400 espaçadores na rede elétrica.

No Carnaval e durante as prévias, a Celpe atuará com 120 equipes nos principais corredores e polos descentralizados do Carnaval de Olinda inibindo ligações clandestinas. Haverá também equipes de inspeção que devem retornar aos locais onde foram removidas irregularidades para flagrar possíveis reincidências. Em outra frente de atuação, a empresa está promovendo distribuição de panfletos em todo o Sítio Histórico com informações sobre o uso seguro da energia. A ideia é orientar o folião sobre os riscos de aproximação da rede elétrica e de intervenções indevidas que podem colocar em risco a vida de qualquer um.

A distribuidora também fez um alerta para que os clientes que necessitam utilizar cargas extras no período de Carnaval precisam solicitar a ligação provisória de energia. A concessionária receberá os pedidos até a sexta-feira, 9 de fevereiro.

Um esquema especial foi montado para os dias do feriado. Iniciando a partir da sexta-feira (09/02), até a Quarta-Feira de Cinzas (14/02), o plantão contará com 96 equipes técnicas que estarão posicionadas nos principais polos de animação. O Centro de Operações Integradas (COI), no edifício-sede da Celpe, contará com uma estrutura de mais de 40 profissionais, entre técnicos e engenheiros, disponíveis 24 horas por dia.

 

Fonte: Canal Energia

A EDP deu início na última terça-feira, 30 de janeiro, a transposição manual de peixes da Usina de Mascarenhas, localizada no Rio Doce, na cidade de Baixo Guandu. O processo ocorre desde 2013, durante a piracema, época de reprodução dos peixes, e tem contribuído para a preservação do meio ambiente e da biodiversidade da região.

A iniciativa garante a continuidade do ciclo natural de reprodução e o controle das espécies que estão sendo transpostas, contribuindo também para a atividade econômica da região. Neste ano, a empresa já realizou uma transposição durante a segunda semana de janeiro, e ainda há mais duas programadas. Essa que iniciou nesta semana e a última para o final do ano. Até o momento, foram identificados no Rio Doce 30 tipos diferentes de espécies de peixes.

A transposição manual dos animais da área da usina faz parte da política de sustentabilidade do Grupo e é fruto de um estudo na área de influência do empreendimento, que aponta essa ação como a melhor alternativa de manejo dos recursos pesqueiros na região.

Durante o processo, os peixes são coletados na região mais baixa da barragem e transportados até a região montante, onde os peixes são soltos novamente no rio, e irão completar o seu ciclo natural de reprodução.

 

Fonte: Canal Energia

A EDP deu início na última terça-feira, 30 de janeiro, a transposição manual de peixes da Usina de Mascarenhas, localizada no Rio Doce, na cidade de Baixo Guandu. O processo ocorre desde 2013, durante a piracema, época de reprodução dos peixes, e tem contribuído para a preservação do meio ambiente e da biodiversidade da região.

A iniciativa garante a continuidade do ciclo natural de reprodução e o controle das espécies que estão sendo transpostas, contribuindo também para a atividade econômica da região. Neste ano, a empresa já realizou uma transposição durante a segunda semana de janeiro, e ainda há mais duas programadas. Essa que iniciou nesta semana e a última para o final do ano. Até o momento, foram identificados no Rio Doce 30 tipos diferentes de espécies de peixes.

A transposição manual dos animais da área da usina faz parte da política de sustentabilidade do Grupo e é fruto de um estudo na área de influência do empreendimento, que aponta essa ação como a melhor alternativa de manejo dos recursos pesqueiros na região.

Durante o processo, os peixes são coletados na região mais baixa da barragem e transportados até a região montante, onde os peixes são soltos novamente no rio, e irão completar o seu ciclo natural de reprodução.

 

Fonte: Canal Energia

A Agência Nacional de Energia Elétrica vai reorganizar o Manual de Contabilidade do Setor Elétrico para permitir a incorporação mais rápida das frequentes alterações na legislação e na regulamentação setorial. Segundo a Aneel, o formato atual do manual dificulta a incorporação das mudanças e cria uma defasagem na sua aplicação, por exigir a abertura de audiências públicas a cada alteração.

A adequação dos procedimentos será discutida em audiência pública a partir desta quinta-feira, 1º de fevereiro. A Aneel propõe agrupar o manual de contabilidade em temas ou capítulos baseados em princípios contábeis geralmente aceitos, que evoluem pouco, mas têm maior impacto nas empresas quando há alterações.

Um segundo agrupamento vai reunir temas ou capítulos que exigem atualizações mais frequentes nos procedimentos diante das mudanças setor elétrico, mas não trazem inovações. Para esses casos, as adequações poderão ser feitas pela Superintendência de Fiscalização Econômica e Financeira.

As contribuições à audiência podem ser enviadas à Aneel até 19 de março para  o e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. , ou para o endereço da Agência – SGAN, Quadra 603, Módulo I, Térreo, Protocolo Geral, CEP: 70830-110, Brasília/DF.

 

Fonte: Canal Energia

Conforme já era esperado, após a publicação do decreto 9.271 na última sexta-feira, 26 de janeiro, o governo do estado de São Paulo retomou o processo de privatização da Cesp. Essa venda estava paralisada desde setembro do ano passado. Ainda na última segunda-feira, 29 de janeiro, o Conselho Diretor do Programa Estadual de Desestatização, grupo responsável pelo processo, decidiu pela retomada da venda.

O governo estadual possui cerca de 40% das ações da geradora, que atualmente opera três UHEs e a única que seria atrativa ao mercado é a UHE Porto Primavera, localizada na divisa com o Mato Grosso do Sul e cujo contrato venceria em 2028.

Em agosto do ano passado o preço de venda havia sido definido em R$ 2 bilhões, decorrente do preço mínimo de R$ 16,80 por ação da companhia em poder do estado. O edital de venda previa ainda o direito de tag along para o negócio aos demais acionistas, caso exercido esse direito por todos a venda poderia sair por até R$ 5,5 bilhões à época.

 

Fonte: Canal Energia

No último domingo, 28 de janeiro, os desligamentos automáticos do polo I do elo Xingu/Estreito, com 2000 MW e do polo 2 do Elo Xingu/Estreito (BMTE) com 2500 MW, às 11h50min e 11h57min, levaram ao desligamento de 3.362 MW da UHE Belo Monte, de 1.150 MW da UHE Tucuruí, de 172 MW da UTE Pernambuco e de 187 MW da UHE Dardanelos. A frequência do Sistema Interligado Nacional foi a 58,38 Hz. De acordo com o Operador Nacional do Sistema Elétrico, houve a interrupção de 2.752 MW de carga do SIN. Essa ocorrência provocou a atuação do Esquema Regional de Alívio de Carga, que previne algum tipo de colapso quando um grande volume de geração é interrompido. A causa ainda está sendo intensificada.

A interrupção afetou vários estados do país nos submercados Sudeste/ Centro-Oeste, Sul e Sudeste/Centro-Oeste. Em Santa Catarina, cerca de 100 mil unidades ficaram sem energia, segundo a Celesc. O Erac levou a abertura de 30 alimentadores e a interrupção durou cerca de 10 minutos. Já na Elektro (SP), foram desligados 110 MW de carga, o que corresponde a 7% da demanda média da concessionária. O processo de recomposição para a distribuidora foi finalizado às 12h06, com o restabelecimento de 244 mil clientes na sua área de concessão.

Na CEEE (RS), o efeito do desarme atingiu, por cerca de cinco minutos, mais de 30 alimentadores (redes de média tensão) da área de concessão, abrangendo mais de 63 mil clientes desde Porto Alegre, até a Região Sul do estado, como Pelotas, Rio Grande, Bagé, tendo reflexos em algumas redes também do Litoral Norte.

O Sudeste/Centro-Oeste foi o que teve a carga mais afetada, com 2.097 MW e o Sul veio em seguida, com 550 MW. Nas regiões Norte e Nordeste, os volumes forma menores, de 60 MW e 45 MW, respectivamente. Ainda de acordo com o ONS, ao meio dia começou o retorno das cargas, sendo que às 12h30min 90% das cargas já estavam restabelecidas, por atuação do Erac. No Sudeste, o restabelecimento foi concluído às 13h07min, enquanto no Norte, foi às 13h50min. No submercado Sul, o restabelecimento terminou às 12h24min e no Nordeste, a carga voltou às 12h04 min.

 

Fonte: Canal Energia

O consumo de gás natural do país para geração de energia elétrica totalizou 33,9 milhões de metros cúbicos dia em novembro de 2017, representando um crescimento de 48,9% em relação a novembro de 2016, acompanhado de uma retração de 7,4% em relação ao mês de outubro do ano anterior.

Em novembro, o consumo de gás natural total do país apresentou crescimento de 9,1% frente ao mesmo mês do ano anterior. Foram consumidos 75 milhões metros cúbicos/dia ante 68,7 milhões metros cúbicos/dia no mesmo mês de 2016. Na comparação com o resultado de outubro de 2017 (77,2 metros cúbicos/dia), houve uma ligeira queda, de 2,8%.

As informações compõem levantamento estatístico da Associação Brasileira das Empresas Distribuidoras de Gás Canalizado (Abegás), feito com concessionárias em 20 estados, reunindo dados em diversos segmentos: residencial, comercial e automotivo, entre outros.

OUTROS SEGMENTOS

O levantamento da Abegás registrou um crescimento de 4,9% no consumo industrial, em comparação com o mesmo período do ano anterior, e um aumento de 0,49% frente a outubro de 2017. No comparativo 11 meses, o aumento foi de 3,4%.

No segmento automotivo, o consumo de GNV subiu 9% em relação a novembro de 2016 e, na comparação com outubro de 2017, foi registrada uma variação de 1,47%. No acumulado, o aumento foi de 8,5%.

No consumo comercial, o segmento teve um ligeiro crescimento de 0,4% em relação ao mês de outubro. Registrou também um recuo de 1,7% em relação ao mesmo mês de 2016.

No segmento residencial, houve um aumento de 14% em relação ao mesmo mês de 2016, e 4,4% em relação a outubro de 2017. Na cogeração, o segmento teve um crescimento de 10,3% em relação a novembro de 2016.

“Nosso levantamento registra crescimento do consumo no segmento industrial, mostrando que gás natural é um indutor da retomada da atividade econômica do país”, destaca o presidente executivo da Abegás, Augusto Salomon.

“Esperamos que no ano de 2018 o País avance ao incentivar medidas que aumentem a segurança dos investimentos e que permitam impulsionar a universalização do serviço de distribuição de gás natural”, afirma o presidente executivo da Abegás.

 

Fonte: Canal Energia

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  • Aneel autoriza repasse de R$ 105 milhões da RGR para distribuidoras designadas 08/02/2018 14:45

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