O Ministério de Minas e Energia autorizou na última segunda-feira, 21 de agosto, o enquadramento ao Regime Especial de Incentivos ao Desenvolvimento da Infraestrutura do projeto de reforços em instalação de energia elétrica sob titularidade de Furnas, e que compreende reforços nas subestações Foz do Iguaçu, Itaberá, Tijuco Preto, Ibiúna, Serra da Mesa, Angra, Cachoeira Paulista, Itumbiara, Ouro Preto, Marimbondo, Poços de Caldas, Bateias, Bandeirantes, Guarulhos, Corumbá, Barro Alto, Águas Lindas e Brasília Sul.

Os empreendimentos estão localizados respectivamente em Brasília, no Distrito Federal; Águas Lindas de Goiás, Aparecida de Goiânia, Barro Alto, Caldas Novas e Minaçu, todos em Goiás; Araporã, Fronteira, Ouro Preto e Poços de Caldas, em Minas Gerais; Campo Largo, Foz do Iguaçu e Manoel Ribas, no Paraná; Angra dos Reis no Rio de Janeiro e Cachoeira Paulista, Ibiúna, Itaberá, Mogi das Cruzes e São Paulo, no Estado de São Paulo.

O período de execução do projeto vai de junho de 2016 até dezembro de 2018 e irá demandar investimentos de R$ 31 milhões sem a incidência de impostos.

 

Fonte: Canal Energia

O setor de energia elétrica foi que o mais influenciou nas aprovações do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social dentro da área de infraestrutura entre os meses de janeiro e junho deste ano. De acordo com o Boletim de Desempenho da instituição, divulgado nesta quarta-feira (16), as operações ligadas aos setor elétrico totalizaram pouco mais de R$ 10 bilhões em recursos aprovados, o que representa uma alta de 173% na comparação com o mesmo período do ano passado e 61,4% dos R$ 16,4 bilhões aprovados para toda a área de infraestrutura.

A área de infraestrutura foi o destaque das aprovações do BNDES, com alta de 27% no período frente ao mesmo período de 2016. Segundo o banco, o indicador antecipa os investimentos que ainda vão ingressar na economia, uma vez que os desembolsos são feitos apenas após a fase de contratação do empréstimo e ao longo do desenvolvimento dos projetos. Com relação aos recursos efetivamente desembolsados, o setor de energia elétrica registrou um montante de R$ 7,7 bilhões em recursos, 51% acima do desembolso observado entre janeiro e julho de 2016.

 

Fonte: Canal Energia

A Associação Brasileira dos Comercializadores de Energia (Abraceel) acaba de concluir estudo sobre a proposta do governo federal para novo marco regulatório do setor elétrico. Na Consulta Pública 033/17, o conjunto de medidas, na prática, veta indefinidamente a possibilidade de que 80 milhões de consumidores residenciais no País possam optar pelo seu fornecedor de energia elétrica, a chamada portabilidade da conta de luz .

Elaborado pela consultoria Thymos, a análise da proposta governamental revela uma disposição tímida para a abertura do setor elétrico brasileiro. Para se ter uma idéia, até 2028, um período de 11 anos, portanto, das 182.600 unidades consumidoras que constituem o grupo de Alta Tensão (Grupo A), será permitido que apenas 24 mil possam adquirir livremente sua energia elétrica, perfazendo uma migração potencial de apenas 4.338 Megawatts Médios (MWm) do total de 63.500 MWm do mercado brasileiro em 2017.

“Consideramos que as propostas do ministério são boas de maneira geral, porém radicalmente tímidas no que tange à abertura do mercado de energia”, afirma Reginaldo Medeiros, presidente da Abraceel. “Nos próximos sete anos, por exemplo, permite-se uma ampliação de modestos 2,3% do Ambiente de Comercialização Livre (ACL)”, complementa.

A Abraceel contratou recentemente um estudo da consultoria PSR que propõe um cronograma mais acelerado, mas que não impõe riscos de sobrecontratação ao Ambiente de Contratação Regulado (ACR). O relatório dos especialistas leva em conta o que ocorreu no mercado norte-americano. Lá, com a abertura, cerca de 33% dos consumidores realmente migraram do ambiente cativo para o livre.

 

Fonte: Canal Energia

A Cemig informou que investiu R$ 115 milhões, desde 2015, na ampliação, reforço e manutenção da rede elétrica que atende empresas e moradores dos 33 municípios do território Sudoeste, incluindo a ligação de moradores de áreas rurais pelo Programa de Eletrificação Rural e troca de equipamentos elétricos pelo Programa de Eficiência Energética. O anúncio foi feito pela diretora de Recursos Humanos da Cemig, Maura Galuppo, durante a reunião do Fórum Regional do Território Sudoeste, realizada em Passos (MG), na última quinta-feira, 10 de agosto.

O Fórum é promovido pelo Governo Estadual, e contou com a participação do governador Fernando Pimentel.  De acordo com a diretora, “a Cemig tem investido maciçamente na região, com obras de ampliação e reforma, visando aumentar a confiabilidade do sistema elétrico e assegurar o atendimento ao mercado com qualidade. Dessa maneira, vamos atender à demanda atual por energia elétrica e a ligação de novos clientes. “, destacou.

Durante o evento, técnicos da Cemig ministraram palestras abordando segurança com a rede elétrica e dicas de economia de energia e distribuíram cerca de 4 mil lâmpadas eficientes para a população local. Foram entregues também 100 aquecedores solares para os moradores do Conjunto Habitacional Professor Antônio Souza e Silva, em Passos.

O Programa de Eficiência Energética teve investimentos de R$ 3,4 milhões e a realização de 35 projetos nos últimos dois anos, que beneficiaram diretamente cerca de 1.200 famílias de baixa renda. A população da região foi beneficiada com a implantação de projetos de eficiência energética em quatro hospitais e em duas instituições de repouso para idosos.

Os projetos de eficiência energética trazem diversos benefícios para a população. Além de reduzirem o consumo energético – o que impacta no valor das contas e no meio ambiente –, os projetos têm o objetivo de disseminar a cultura do uso consciente e sustentável da energia entre a sociedade, e também de transmitir dicas importantes de segurança com rede elétrica. Entre os principais beneficiários, estão famílias de baixa renda e entidades filantrópicas.

Já o Programa de Eletrificação Rural, que permite a modernização da agricultura, tem contribuído com mais de 1.700 famílias em investimentos da ordem de R$ 16,6 milhões. A previsão é de que pelo menos outras 820 famílias ainda sejam atendidas e outros R$ 23 milhões sejam aplicados no programa até o final do ano que vem.

 

Fonte: Canal Energia

O Ministério de Minas e Energia autorizou na última quinta-feira, 10 de agosto, o enquadramento ao Regime Especial de Incentivos ao Desenvolvimento da Infraestrutura das usinas fotovoltaicas denominadas Guimarânia 1 e 2, que compreendem trinta unidades geradoras de 1 MW, totalizando 30 MW de capacidade instalada em cada usina, localizadas no município de Guimarânia (MG). O período de execução do projeto vai de junho de 2017 até setembro de 2018, e irá demandar investimentos de R$ 140,4 milhões para cada usina, sem a incidência de impostos.

 

Fonte: Canal Energia

A Comissão de Assuntos Econômicos do Senado (CAE) aprovou, na última terça-feira, 8 de agosto, um projeto de lei para estimular a pesquisa e a inovação em fontes alternativas de energia no país. Os recursos devem sair do setor de petróleo e gás e das concessionárias do setor energético, que já são contratualmente obrigadas a destinar verbas às áreas de desenvolvimento e inovação. A matéria seguirá para a Comissão de Infraestrutura (CI).

A intenção do senador Cristovam Buarque (PPS-DF), autor do projeto de lei  n 696/2015, é direcionar parte dos recursos que distribuidoras, geradoras e transmissoras de energia elétrica já são obrigadas a aplicar em pesquisa e desenvolvimento aos projetos relacionados a fontes de geração de energia alternativa e renovável. Entre elas, redes elétricas inteligentes, armazenamento de energia, eficiência energética, tecnologia de baixo carbono e a fontes eólica, solar, biomassa, hídrica, cogeração qualificada e maremotriz.

O relator da proposta, senador Roberto Requião (PMDB-PR), apresentou um texto alternativo com algumas alterações, entre elas, a definição de percentuais que as empresas devem aplicar na pesquisa de fontes alternativas de energia. De acordo com o documento, 40% dos recursos destinados ao desenvolvimento e à inovação devem ser investidos em fontes alternativas até 2020. O percentual cai para 35% até 2025; 30% até 2030; e 25% até 2039.

As concessionárias de petróleo e gás natural também passarão a ser obrigadas a investir em pesquisa no setor energético, destinando até 1% da receita bruta da produção do campo de petróleo ou de gás. A destinação exclusiva para o investimento em energia alternativa segue os mesmos percentuais determinados para o setor energético.

“O projeto busca canalizar recursos para que se desenvolva tecnologia de ponta para alavancar o desenvolvimento de energias renováveis e limpas. As alterações não impactam a tarifa de energia elétrica, tampouco o preço dos combustíveis ao consumidor final. Afirmo isso em face da já existente obrigação contratual ou legal de investimento mínimo em pesquisa e desenvolvimento pelas empresas”, explicou Requião.

 

Fonte: Canal Energia

O ministério de Minas e Energia publicou nesta segunda-feira, 7 de agosto, a portaria 293/2017 estabelecendo as diretrizes para a realização de leilões de energia nova em 2017. Será realizado um leilão do tipo ‘A-4’ e outro do tipo ‘A-6 ‘ em dezembro de 2017. De acordo com a portaria, o prazo para entrega de documentos, de que trata o caput, será até o meio-dia do dia 6 de setembro de 2017.

O leilão A-4, com começo de suprimento em 1º de janeiro de 2021, vai negociar dois tipos de contratos: por quantidade, com prazo de suprimento de 30 anos projetos hidrelétricos e na modalidade por disponibilidade, com prazo de suprimento de 20 anos, diferenciados por fontes, para empreendimentos de geração a partir de fonte biomassa, eólica e solar fotovoltaica. O contrato para UTEs a biomassa também será diferenciado por CVU igual ou diferente de zero. Empreendimentos que usem como combustível biomassa de resíduos sólidos urbanos, biogás de aterro ou biodigestores de resíduos e lodos de estações de tratamento de esgoto, serão enquadrados como empreendimentos termelétricos a biomassa. Já o leilão A-6, com início de suprimento em 1º de janeiro de 2023, também vai negociar contrato de quantidade para UHEs por 30 anos e por disponibilidade para 20 anos, mas apenas para usinas eólicas. Para projetos de geração de UTEs a biomassa, a carvão e a gás natural em ciclo combinado, o contrato será de disponibilidade por 25 anos.

Projetos cadastrados para um dos certames do ano poderão ser reapresentados no outro leilão, sem precisar reapresentar os documentos, dede que os projetos não sofram alterações nas suas características técnicas. Quem também cadastrou projetos no 2º Leilão de Energia de Reserva de 2016 também poderá pedir o cadastramento do empreendimento nas mesmas condições.

 

Fonte: Canal Energia

Dados preliminares de medição do boletim InfoMercado Semanal Dinâmico, coletado pela CCEE entre os dias 1º e 31 de julho, apontam retração de 2,2% no consumo e de 1,9% na geração de energia elétrica no país, na comparação com o mesmo período do ano passado.

A análise indica 56.674 MW médios consumidos no Sistema Interligado Nacional – SIN, queda de 2,2% frente ao montante registrado no mesmo período do ano passado. O Ambiente de Contratação Regulado – ACR (cativo), no qual os consumidores são atendidos pelas distribuidoras, teve queda de 6,8%, número impactado pela migração de consumidores para o mercado livre (ACL). Haveria diminuição de 1,1%, caso esse movimento fosse desconsiderado.

Já no Ambiente de Contratação Livre – ACL, no qual as empresas compram energia diretamente dos fornecedores, houve aumento de 10% no consumo, número que inclui os novos consumidores vindos do mercado cativo. Excluindo esse impacto da migração, o ACL teria queda de 4,8% no consumo.

A avaliação do consumo de energia por ramos da indústria monitorados pela CCEE, incluindo dados de autoprodutores, varejistas, consumidores livres e especiais, aponta que os maiores índices de retração no período, excluindo a migração, pertencem aos segmentos de bebidas, com -11,2%, minerais não metálicos -8,5% e transporte -7,9%.

Em julho, a geração de energia no Sistema somou 59.109 MW médios, montante de energia 1,9% inferior ao gerado em 2016, número impactado pela queda de 11,8% na produção das usinas hidráulicas, incluindo as Pequenas Centrais Hidrelétricas. Por outro lado, as usinas eólicas e térmicas registraram incremento da produção no período, com aumentos de 20,9% e 24,9% respectivamente.

O boletim também informou uma estimativa de que as usinas hidrelétricas integrantes do Mecanismo de Realocação de Energia – MRE gerem, em julho, o equivalente a 62,5% de suas garantias físicas, ou 37.289 MW médios em energia elétrica. Para fins de repactuação do risco hidrológico, o percentual foi de 68%.

 

Fonte: Canal Energia

O Ministério de Minas e Energia autorizou na última quarta-feira, 2 de agosto, o enquadramento ao Regime Especial de Incentivos ao Desenvolvimento da Infraestrutura relativo ao projeto de reforços em instalação de transmissão de energia elétrica relativos à Subestação Samambaia, de titularidade de Furnas e que compreende a implantação de diversos módulos de infraestrutura de manobras, como a adequação do Módulo de Manobra – Conexão do Capacitor Série 500 kV BC1.  O empreendimento está localizado em Brasília (DF) e o período de execução é de março de 2017 até o mesmo período de 2020, demandando investimentos na ordem de R$ 139,1 milhões sem a incidência de impostos.

 

Fonte: Canal Energia

Furnas concluiu na última segunda-feira, 31 de julho, a sexta etapa das obras de reforço na nova Subestação Grajaú (SE Grajaú), de 138 kV e blindada a gás, localizada no Rio de Janeiro. Em julho deste ano, foram energizadas as linhas de interligação Frei Caneca/Grajaú, circuitos 1 e 2, concluindo as migrações do Tronco Frei Caneca da antiga SE para a atual.

A unidade opera interligando as subestações da Zona Oeste, Adrianópolis e Jacarepaguá, sob titularidade de Furnas, com as de Cascadura, Frei Caneca e Terminal Sul, da Light. A SE Grajaú é responsável pelo suprimento de energia ao centro econômico-financeiro e aos principais pontos turísticos da cidade do Rio de Janeiro.

Nova torre Grajaú

Até o momento, foram investidos cerca de R$ 105 milhões de um total de R$ 136 milhões previstos para o projeto. Desde o início dos trabalhos, foram transferidos para a nova SE blindada a gás e energizados dois bancos de transformadores (TR-58 e TR-56) e nove linhas de transmissão: Cascadura 1 e 4; Jacarepaguá e Frei Caneca 6, 5, 4, 3, 2 e 1, restando ainda dois bancos de transformadores (TR-54 e TR-52) e sete LTs a serem migradas para a nova subestação. As obras foram iniciadas em dezembro de 2016 e a conclusão do empreendimento está prevista para o próximo mês de outubro.

 

Fonte: Canal Energia

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  • MME enquadra projeto de Furnas junto ao Reidi 22/08/2017 12:13

    O Ministério de Minas e Energia autorizou na última segunda-feira, 21 de agosto, o enquadramento ao Regime Especial de Incentivos ao Desenvolvimento da Infraestrutura do projeto de reforços em instalação de energia elétrica sob titularidade de Furnas, e que compreende reforços nas subestações Foz do Iguaçu, Itaberá, Tijuco Preto, Ibiúna, Serra da Mesa, Angra, Cachoeira Paulista, Itumbiara, Ouro Preto, Marimbondo, Poços de Caldas, Bateias, Bandeirantes, Guarulhos, Corumbá, Barro Alto, Águas...

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