Furnas concluiu na última segunda-feira, 31 de julho, a sexta etapa das obras de reforço na nova Subestação Grajaú (SE Grajaú), de 138 kV e blindada a gás, localizada no Rio de Janeiro. Em julho deste ano, foram energizadas as linhas de interligação Frei Caneca/Grajaú, circuitos 1 e 2, concluindo as migrações do Tronco Frei Caneca da antiga SE para a atual.

A unidade opera interligando as subestações da Zona Oeste, Adrianópolis e Jacarepaguá, sob titularidade de Furnas, com as de Cascadura, Frei Caneca e Terminal Sul, da Light. A SE Grajaú é responsável pelo suprimento de energia ao centro econômico-financeiro e aos principais pontos turísticos da cidade do Rio de Janeiro.

Nova torre Grajaú

Até o momento, foram investidos cerca de R$ 105 milhões de um total de R$ 136 milhões previstos para o projeto. Desde o início dos trabalhos, foram transferidos para a nova SE blindada a gás e energizados dois bancos de transformadores (TR-58 e TR-56) e nove linhas de transmissão: Cascadura 1 e 4; Jacarepaguá e Frei Caneca 6, 5, 4, 3, 2 e 1, restando ainda dois bancos de transformadores (TR-54 e TR-52) e sete LTs a serem migradas para a nova subestação. As obras foram iniciadas em dezembro de 2016 e a conclusão do empreendimento está prevista para o próximo mês de outubro.

 

Fonte: Canal Energia

O setor eletroeletrônico abriu 1.823 vagas no primeiro semestre de 2017, segundo dados da Abinee, com base em informações do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados do Ministério do Trabalho (Caged). Com o resultado, o número de empregados diretos no setor passou de 232,8 mil em dezembro de 2016 para 234,6 mil em junho.

Segundo nota, a entidade destaca que embora mantenha o desempenho positivo no acumulado do ano, as indústrias elétricas e eletrônicas eliminaram 888 postos de trabalho no mês de junho. Para a sequência do ano, entretanto, a tendência é de melhora no mercado, com possíveis reflexos na geração de emprego. Segundo sondagem realizada pela Abinee, em junho, 68% das empresas consultadas esperam crescimento no segundo semestre de 2017, na comparação com o mesmo período do ano passado.

A avaliação do presidente da Abinee, Humberto Barbato, é de que a economia está se deslocando da política e classificou esse momento do segundo semestre como de otimismo cauteloso.

 

Fonte; Canal Energia

O leilão de outorgas de hidrelétricas da Cemig pretende arrecadar R$ 11 bilhões, mas o valor não retornará ao setor elétrico, pois será utilizado pelo Tesouro Nacional para cobrir déficit fiscal. O Tribunal de Contas da União (TCU) encontrou falhas na licitação, que dizem respeito ao processo de escolha do critério de julgamento, à fragilidade do debate público e à metodologia de cálculo do custo de capital.

O TCU concluiu na quarta-feira, 26 de julho, análise do primeiro estágio de fiscalização do Leilão-Aneel 1/2017, referente à licitação das concessão das usinas São Simão, Jaguara, Miranda e Volta Grande. As usinas já se encontram em operação e estão localizadas nos Estados de Minas Gerais, São Paulo e Goiás.

Conforme disposto na Constituição Federal, as concessões de serviço público deverão ser sempre precedidas de licitação. As quatro hidrelétricas são operadas pela Cemig, com base em contratos de concessão que venceram entre agosto de 2013 e fevereiro de 2017.

Para o Tribunal, no entanto, na forma como a licitação foi modelada, não há garantia de que tal recurso financeiro retorne ao setor elétrico, sequer para custear indenizações de saldos não amortizados ao antigo titular da concessão. Pelo contrário, os recursos arrecadados serão destinados pelo Tesouro Nacional, total ou parcialmente, para auxiliar a cobrir déficits ou compor superávits fiscais, disse o relator do processo, ministro Aroldo Cedraz.

Conforme a avaliação do TCU, o modelo de leilão utilizado acarretará ônus ao consumidor de energia elétrica. Segundo o relator, o ressarcimento ao futuro concessionário do valor de bonificação de outorga desta licitação implica um acréscimo de ônus ao consumidor superior a R$ 1,34 bilhão ao ano, até 2047, além de outras decisões relativas ao setor, que impactaram o consumidor em, no mínimo, R$ 97,7 bilhões até 2045.

O Tribunal constatou também que o processo de escolha do critério de julgamento da licitação não foi acompanhado de uma avaliação de impacto de médio e longo prazos, que levasse em conta os efeitos no setor elétrico. A falta dessa avaliação, para o TCU, impede que o governo federal apure se vale a pena prejudicar a modicidade tarifária em R$ 1,3 bilhão por ano, por 30 anos, em nome da meta fiscal de apenas um único exercício. O objetivo maior, portanto, que teria norteado as decisões no leilão foi obter arrecadação para ajudar a cumprir a meta de déficit fiscal do governo no exercício de 2017, avaliada em RS 139 bilhões negativos.

Outro problema encontrado foi a fragilidade do debate público na proposta do governo federal para o leilão. Além de a audiência pública ter admitido contribuições em prazos inferiores aos estabelecidos, ela desconsiderou aspectos importantes, como o critério de julgamento da licitação e os valores mínimos de bonificação pela outorga.

O Tribunal também constatou que a metodologia de cálculo de custo de capital não considerou que se tratava da licitação de usinas já em operação, com riscos praticamente nulos e maior capacidade de conseguirem financiamentos, o que deveria resultar em um valor de taxa de desconto menor.

O ministro-relator comentou, ainda, que, a exemplo dos setores de petróleo e telecomunicações, “o setor de energia elétrica não foi o único em que o TCU apontou que poderia estar havendo priorização excessiva do alcance de metas fiscais na definição das condições de outorga de concessões, em detrimento das particularidades e das necessidades do respectivo setor de infraestrutura”.

Em decorrência da análise realizada sobre a viabilidade econômica do leilão, o TCU decidiu pelo prosseguimento do certame com a condição, no entanto, de que algumas condicionantes sejam observadas para correção das fragilidades. Assim, foram emitidas determinações e recomendações ao Conselho Nacional de Política Energética (CNPE), ao Ministério de Minas e Energia (MME) e à Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

 

Fonte: Canal Energia

O Ministério de Minas e Energia publicou a Portaria no. 281/2017 com a chamada às distribuidoras para que declarem suas necessidades de energia para os próximos seis anos. A meta é a de definir a programação para a realização de leilões de compra de energia nova já para este ano, uma vez que o período a que se refere o chamado vai de 2018 a 2023.

O próprio ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho já havia reiterado por diversas vezes que o governo publicaria essa chamada para verificar a necessidade das empresas em contratar energia nova. Dessa vez, o período é de seis anos, normalmente o período de antecipação do setor é de até cinco anos.

De acordo com a portaria, as Informações de Necessidades, para cada ano, se referem aos montantes totais e não somente aos montantes incrementais em relação ao ano anterior e devem considerar início de suprimento a partir de 1º de janeiro dos respectivos anos.

O prazo para apresentação das informações é de até 30 dias contados da data de publicação da portaria e deverão ser ratificadas ou retificadas por ocasião dos processos de recebimento das Declarações de Necessidades de Compra de Energia Elétrica, de cada Leilão que venha a ser promovido.

Já os agentes de distribuição de energia elétrica, localizados nos Sistemas Isolados, deverão apresentar as Informações de Necessidades, de que trata esta Portaria, desde que a data prevista para recebimento de energia elétrica contratada seja igual ou posterior à data prevista da entrada em operação comercial da interligação ao Sistema Interligado Nacional.

 

Fonte: Canal Energia

Foi divulgada a programação da oitava edição do Brazil Wind Power, que será realizado de 29 a 31 de agosto, no Rio de Janeiro. O evento, que é uma realização do Grupo CanalEnergia em parceria com a Associação Brasileira de Energia Eólica e o Conselho Global de Energia Eólica (GWEC), mais uma vez traz na sua programação os  principais nomes e temas mais importantes. Para a cerimônia de abertura, está convidado o ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho.

No dia 30, a discussão será sobre os desafios da energia eólica, em que representantes de várias esferas do governo terão a palavra. Luiz Eduardo Barata, diretor geral do Operador Nacional do Sistema Elétrico; Romeu Rufino, diretor geral da Agência Nacional Elétrica; Luiz Barroso, presidente da Empresa de Pesquisa Energética e o secretário executivo do MME, Paulo Pedrosa, estão com presença prevista.

Outro painel que vai se realizado no mesmo dia é do Mercado Livre para fontes renováveis. Quem participa é o presidente da Associação Brasileira de Energia Eólica. Reginaldo Medeiros; André Flores, Vice Presidente da Brookfield Energias Renováveis e Paulo Souza, diretor da Ecom Energia.

O financiamento de parques eólicos, um dos maiores desafios do setor nos últimos anos, está no centro do debate no dia 31 de agosto. Carla Primavera,  Superintendente da Área de Energia do BNDES, Eleazar de Carvalho, da Virtus BR Partners e o Diretor Financeiro da Casa dos Ventos, Ivan Hong, tem participação prevista.

Em seguida, acontece o painel de “Desafios da cadeia de abastecimento”, em que representantes dos fabricantes de equipamentos eólicos como GE, Vestas, Acciona, Wobben, Simens Gamesa e WEG debaterão as suas perspectivas e impressões sobre o mercado brasileiro. 
Serviço:

Brazil Wind Power
Data: 29 a 31 de agosto de 2017
Local: Centro de Convenções SulAmérica, no Rio de Janeiro (RJ)
Informaçõeshttp://www.brazilwindpower.com.br

 

Fonte; Canal Energia

A Cemig entregará, até setembro deste ano, dispositivos de aquecimento solar para 250 famílias residentes em sete municípios dos territórios Central, Norte e dos Alto, Médio e Baixo Jequitinhonha de Minas Gerais. A iniciativa da distribuidora é parte do projeto Energia Cidadã, realizado em parceria com o Governo de Minas e com a Companhia de Habitação de Minas Gerais (Cohab). Nesta etapa do programa, os investimentos da companhia nas cidades irão ultrapassar R$ 500 mil.

Os conjuntos habitacionais que estão em fase de receber os equipamentos são: Barragem, em Minas Novas; Monte Formoso, no município de mesmo nome; Wellington Valério de Oliveira, em Monte Azul; Cidade Nova, em São José das Missões; Novo Progresso, em São José do Jacuri; Santa Cecília, em São Sebastião do Maranhão; Zizinha Maciel e Cristal, ambos localizados no município de Corinto.

De acordo com o engenheiro de soluções energéticas Thiago Douglas Ribeiro Batista, da Cemig, o objetivo do programa é substituir equipamentos que têm nível elevado de consumo por outros mais econômicos e eficientes. Além disso, busca-se promover uma redução no valor da conta de energia das famílias de baixa renda do estado, que vivem em conjuntos habitacionais, contribuindo assim para a diminuição dos gastos com eletricidade e o aumento do capital social das comunidades alcançadas pelo projeto.

As famílias beneficiadas receberão um sistema de aquecedor solar e um chuveiro elétrico de baixa potência – que não demandam gastos excessivos para aquecer a água do banho e para serem utilizados em dias mais frios. A expectativa é que os moradores tenham uma redução de 40% no consumo de energia elétrica, o que significa uma economia de até R$ 50 no orçamento doméstico. Cada residência receberá, ainda, cinco lâmpadas mais eficientes da empresa.

Além dos aparelhos de aquecimento solar, chuveiros de baixa potência e lâmpadas mais eficientes, as famílias receberão orientações sobre o uso correto e econômico da energia elétrica, de modo a incentivar a redução do desperdício e também a conservação do meio ambiente.

 

Fonte: Canal Energia

Realizado desde 2010 em Portugal com o título Acredita Portugal, o concurso que premia empreendedores será realizado pela primeira vez no Brasil com o nome The Next Startup. O Instituto EDP, organização que gere os investimentos socioambientais do Grupo EDP, é apoiadora do concurso. Em 2016 foram mais de 50 mil inscritos.  Os interessados terão até 11 de agosto para cadastrarem seus projetos.

A competição é realizada por meio de uma plataforma online chamada DreamShaper, que auxilia a transformação de projetos em um plano de negócio pronto para ser implementado. Para se inscrever no The Next Startup, o participante deverá elaborar o seu planejamento na plataforma e escolher uma das quatro categorias disponibilizadas: Comércio, Serviços e Indústria; Web, Mobile e Alta Tecnologia; Empreendedorismo Social; e Energia. Após o término das inscrições e criação do plano de negócio serão selecionados três projetos finalistas por categoria e um finalista especial de Energia que receberão mentoria de especialistas para evoluírem em suas decisões e no desenvolvimento do negócio.

Os planos serão avaliados por um júri especializado, que decidirá pelos vencedores. O anúncio será em dezembro e o prêmio será concedido em formato de tutorias e capacitações, focado na concretização do sonho de ter um negócio próprio. Além disso, a plataforma permitirá que haja a interação entre organizações interessadas em possíveis investimentos nos projetos apresentados.

“A EDP tem o prazer de patrocinar este concurso que permite empreendedores de todo o Brasil a transformar sonhos em realidade”, ressalta Paulo Ramicelli, assessor do Instituto EDP. “Abrir o próprio negócio com mentoria e acompanhamento especializado é uma vantagem competitiva muito relevante, incentiva a educação empreendedora e vai de encontro com o que a empresa acredita: transformar de forma positiva os indivíduos e a sociedade”, finaliza Ramicelli.

Os clientes da área de concessão da EDP, em São Paulo e no Espírito Santo, que se interessarem na inscrição do concurso, terão isenção no valor do plano standart da plataforma Dreamshaper, que oferece maior acompanhamento do plano de negócio. No concurso, quanto mais estruturado e completo estiver o projeto, maior a chance de ser escolhido pelo júri.

O The Next Startup é patrocinado pela EDP Brasil, e co-organizado pela Dreamshaper e Universia, com o apoio do Governo Federal, BNDES, Fundação Lemann e Sebrae, além de parceiros como o Instituto EDP, Fundação Estudar, Instituto Quintessa, Phomenta, Universidade Anhembi Morumbi, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Universidade Federal do Paraná, IBM, Yunus Social Business, entre outros.

 

Fonte: Canal Energia

A Oferta Interna de Energia, que é a energia necessária para mover a economia, registrou proporção de 43,5% de fontes renováveis em 2016, indicador 2,2 pontos percentuais superior ao verificado em 2015, de 41,3%. O indicador brasileiro é quatro vezes maior que dos países participantes da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico, de apenas 9,5% e três vezes superior ao indicador médio mundial, de 14,2%.

O bom desempenho das fontes renováveis no Brasil é resultado do crescimento de participação das fontes eólica, lixívia da indústria de celulose e resíduos da biomassa, que expandiram 10% no ano passado. A fonte hidráulica também contribuiu para o bom resultado, fechando o ano com progresso de 7%. Na matriz de oferta de fontes renováveis, o etanol ficou 40,1%, ocupando o primeiro lugar no ranking. Em segundo, vem a hidroeletricidade com 28,9% e em terceiro a lenha e o carvão vegetal, com 18,4%. Outras fontes registraram aproximadamente 12,5%.

A menor geração de energia elétrica por fontes fósseis, aliada a retração do consumo destas fontes nos setores econômicos, contribuíram para que o Brasil diminuísse as emissões de CO2 em 7,7% em 2016. Assim, por unidade de energia consumida, as emissões ficaram em 1,48 tCO2/tep (tep = tonelada equivalente de petróleo), indicador inferior ao verificado em 2015, de 1,55 tCO2/tep. As expressivas contribuições da energia hidráulica e da bioenergia na matriz energética brasileira fazem parte do denominador do indicador, o que proporciona relações de emissões bem menores do que a média mundial, de 2,34 tCO2/tep, e dos países desenvolvidos, de 2,23 tCO2/tep.

Apesar dos bons números das renováveis, a Oferta Interna de Energia, de 288,3 milhões de tep (2,07% da energia mundial), mostrou retração de 3,8% em relação a 2015. Esta expressiva queda, coerente com o recuo de 3,6% na economia, teve como principais indutores a redução de quase 20% nas perdas na transformação devidas à menor geração termelétrica, e a redução de 5,3% no consumo do setor energético, uma queda de 7% na produção de etanol.

Já a matriz de energia elétrica ficou em 619,7 TWh em 2016, montante 0,7% superior ao de 2015, de 615,7 TWh.  A oferta por eólica cresceu 54,9%, a solar 44,7% e a nuclear 7,7%. A supremacia da geração hidráulica ficou mais acentuada no período, ficando com 67,1% na estrutura da OIEE – incluindo a importação de Itaipu –  contra os 64% verificados em 2015. Em 2014 foram 65,2% e 70,6% em 2013.

Os dados são da Resenha Energética, produzida pela Secretária de Planejamento do Ministério de Minas e Energia. O documento tem por objetivo apresentar os principais indicadores de desempenho do setor energético brasileiro de 2016, nas áreas de petróleo, gás, bioenergia, energia elétrica, carvão mineral e setores intensivos em energia, além da análise de dados agregados das cadeias energéticas e comparações internacionais.

 

Fonte: Canal Energia

A Agência Nacional de Energia Elétrica liberou a UHE Belo Monte para operação em teste da unidade geradora UG6, de 611,1 MW de potência instalada, a partir de 18 de julho de 2017, segundo despacho publicado pela Aneel na última quarta-feira, 19. A hidrelétrica fica no município de Vitória do Xingu (PA).

A Aneel também autorizou para testes três usinas eólicas: Delta 3 V, com as unidades UG8 e UG9, totalizando 4,6 MW, fica no município de Barreirinhas (MA). A EOL Ventos de Santa Regina localiza-se no município de Caldeirão Grande do Piauí (PI), e poderá testar as unidades geradoras UG1, UG2, UG7, UG8, UG10 e UG11, totalizando 16,2 MW de capacidade. Na mesma cidade piauiense temos a EOL Ventos de Santo Albano, que também poderá testar suas unidades UG1 e UG2, totalizando 5,4 MW de capacidade instalada.

Por fim, a PCH Agro Trafo também recebeu liberação para testar as unidades UG2 e UG3, totalizando 14,04 MW de capacidade. A pequena central hidrelétrica fica localizada no município Dianópolis (TO).

 

Fonte; Canal Energia

A Agência Nacional de Energia Elétrica liberou a central de geração hidrelétrica Dona Assunta para operação comercial das unidades geradoras UG1 e UG2, totalizando 1,9 MW de capacidade instalada, segundo despacho publicado pela Aneel na última terça-feira, 18 de julho. O empreendimento está localizado no município de Novo São Joaquim (MT).

A Aneel também autorizou para testes as eólicas Delta 3 V e Delta 3 VI, com as unidades geradoras UG1, UG10 e UG11, totalizando 6,9 MW e a UG8 e UG9, totalizando 4,6 MW respectivamente. As usinas ficam no município de Barreirinhas (MA).

 

Fonte: Canal Energia

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