Pelo quinto ano consecutivo a Vivo se faz presente no Índice de Sustentabilidade Empresarial, o ISE da BM&FBovespa, que reúne as companhias com as melhores práticas de gestão. A Telefônica, dona da marca, anunciou o avanço da empresa no consumo de energia renovável no país. Os dados indicam que 25% da energia consumida pela companhia é proveniente de fontes renováveis, obtida no mercado livre, contra os 22% registrados em 2015. Isso equivale a 388,4 milhões de kWh, o mesmo consumo de energia de um município como Guaratinguetá, em São Paulo, com aproximadamente 118.378 habitantes. As informações são destaque no novo Relatório Integrado de Sustentabilidade da empresa, elaborado com metodologia do International Integrated Reporting Council – IIRC.

A meta global da companhia é de que até 2020, pelo menos 50% da energia consumida tenha origem em recursos renováveis. O desafio, que vale para o Brasil e demais países de atuação da Telefônica, é chegar a totalidade até 2030. O Relato Integrado, que traz informações financeiras, sociais e ambientais e dimensiona a contribuição da companhia para o desenvolvimento sustentável, destaca também a conquista da certificação ISO 14000, obtida em 2016, para os 51 municípios mais representativos para a operação da empresa. A certificação abrange os processos de planejamento, implementação, manutenção e operação das redes móvel e fixa e fortalece a política ambiental da empresa.

 

Fonte: Canal Energia

A provável venda pela Cemig da fatia detida no consórcio controlador da usina hidrelétrica de Santo Antônio pode fazer com que a Eletrobras também negocie a sua participação no empreendimento, exercendo a cláusula de direito de tag along. A sinalização foi passada pelo diretor Financeiro e de Relações com Investidores da holding estatal, Armando Casado, que disse ter sido informado pela mídia da proposta recebida pela Cemig por parte da Spic Overseas para aquisição dos quase 18% que a companhia mineira tem na UHE rondoniense de 3.750 MW, entre participação direta e indiretamente – esta via SAAG Investimentos.

“Se o processo de negociação que se constitui agora pela Cemig está nesse tipo de desenvolvimento (tratativas para a venda da participação), e nós temos como exercer essa cláusula de tag along, sim, nós temos a disposição de exercer”, informou o executivo, após participar nesta quinta-feira (29) da abertura do Seminário de Interligação Global de Energia na América do Sul, promovido pela Organização Global de Interconexão e Desenvolvimento de Interconexão, no Rio de Janeiro. Casado explicou que a opção pela cláusula de tag along será exercida se os demais acionistas no projeto caminharem nesse sentido.

O executivo informou ainda que a empresa considera exercer o mesmo direto de saída em Belo Monte (PA – 11.233 MW), caso a estatal de Minas Gerais também venha a negociar a sua participação no projeto. A venda da participação na Madeira Energia – controladora de Santo Antônio – e em outros ativos é parte dos esforços da Cemig em reduzir o forte endividamento ao qual está submetida. A expectativa da empresa é obter até R$ 6,5 bilhões com negociações de ativos diversos. Nesse sentido, a empresa já anunciou nos últimos dias que o controle detido na Light será posto para negociação com o mercado.

Com estratégia semelhante, a Eletrobras também pretende focar na venda de ativos, incluindo as distribuidoras federalizadas e participações em até 177 Sociedades de Propósito Específicos de empreendimentos de geração e transmissão, para reduzir seu endividamento e outros custeios operacionais. A meta é obter até R$ 4,6 bilhões até o final deste ano com essas operações, mas Casado salientou que uma possível negociação da participação da holding em Santo Antônio – 39% diretamente, por meio de Furnas – não deverá cobrir, sozinha, o montante de obtenção de receita com venda de ativos para 2017.

O diretor reforçou que a holding vem trabalhando forte com o objetivo de alcançar a meta financeira de desinvestimentos orçada para este ano, o que envolve negociações com credoras da Eletrobras e com as suas subsidiárias controladoras, de forma direta, de algumas das SPEs passíveis de negociação. A estratégia junto aos credores, segundo ele, envolve o pagamento de parte das dívidas com ativos, que serão trazidos para a estrutura da Eletrobras para só então serem postas à venda. Além das SPEs e dos ativos recebidos como pagamentos, a Eletrobras pretende finalizar até o final deste ano todo o processo de privatização das suas seis distribuidoras federalizadas: Amazonas Energia, Boa Vista Energia, Ceal, Cepisa, Ceron e Eletroacre.

 

Fonte: Canal Energia

A Cemig anunciou em comunicado ao mercado na última terça-feira, 27 de junho, a deliberação do Conselho de Administração para indicação de Luís Fernando Paroli Santos, atual titular da Diretoria de Distribuição e Comercialização da empresa, para novo Diretor-Presidente da Light S.A.

Na mesma data, o Conselho de Administração da Cemig elegeu interinamente Ronaldo Gomes de Abreu para Diretor de Distribuição e Comercialização da empresa. Abreu é empregado de carreira da companhia há mais de 32 anos, com ampla experiência em áreas e processos de distribuição de energia elétrica, atuando como titular da Superintendência de Regulação Econômica e Financeira, na Diretoria de Finanças e Relações com Investidores, desde 2016. A deliberação terá efeitos a partir de hoje, quarta-feira, 28 de junho.

 

Fonte: Canal Energia

O governo avisou que só realizará leilão neste ano para contratação de nova usinas mediante uma demanda legítima. O recado foi dado pelo secretário executivo do Ministério de Minas e Energia, Paulo Pedrosa, em um momento em que o governo é pressionado por alguns segmentos do setor elétrico que pedem o retorno dos leilões, sob a ameaça de destruição da cadeia industrial instalada no Brasil.

Pedrosa participou nesta terça-feira, 27 de junho, do Ethanol Summit, em São Paulo. O executivo lembrou que antes de fazer novas contratações, o governo quer eliminar os contratos de energia cujos projetos indicam que não vão performar. Para isso, será realizado um leilão de descontratação de energia de reserva, ainda sem dada marcada. Além disso, o governo já realizou a revisão da garantia físicas de algumas hidrelétricas.

Segundo Pedrosa, o governo só fará “aquilo que encontre justificativas técnicas”. “Não podemos escolher os segmentos”, declarou ao ser questionado sobre o calendário de leilões.

A expectativa do mercado é que o governo faça ao menos dois leilões de geração neste ano: um do tipo de reserva e outro do tipo A-5. Até o momento, não há uma definição clara se estes leilões serão realmente realizados. A contratação de novos projetos de geração esfriou a partir de 2015, reflexo da expressiva queda de demanda de energia do país, causada pela crise econômica.

 

Fonte: Canal Energia

A carga de energia em maio de 2017 ficou em 63.730 MW med, crescendo 1,6% em relação ao mesmo período do ano passado, de acordo com o boletim de Carga Mensal, divulgado pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico nesta segunda-feira, 26 de junho. Na comparação com o mês anterior, houve recuo de 1,3%. Já no acumulado dos últimos 12 meses, há aumento de 0,6% em relação aos 12 meses anteriores. De acordo com o ONS, o mês de maio teve mais dias úteis que no ano anterior e a região Sul do país registrou temperaturas mais altas que em 2016.

No subsistema Sudeste/Centro-Oeste, a carga de 36.929 MW med mostra um aumento de 1,2% em relação a maio de 2016. Na comparação com abril, ela cai 2,1%. Também há queda no acumulado do ano, com redução de 0,4%. O baixo crescimento é resultado da fraca performance da economia e está influenciado pelo número de dias úteis.

O subsistema Nordeste, que teve carga de 10.394 MW med, foi o único a apresentar variação negativa. O recuo chegou a 0,5% na comparação ao mesmo mês do ano passado. Em relação ao mês anterior, a carga teve queda de 1,9%. Apenas no acumulado de 12 meses ela apresenta crescimento, de 2,9%. As chuvas em Pernambuco e Alagoas contribuíram para a redução no valor da carga.

No subsistema Sul, que registrou carga de 10.624 MW med, o aumento na carga chegou a 2,4% em relação a maio de 2016. Na comparação com abril deste ano, a variação negativa é de 1,4%, enquanto no acumulado de 12 meses, há aumento de 1,8%. Temperaturas mais altas no mês associadas ao número de dias úteis levaram ao resultado.

Os 5.783 MW med de carga na região Norte resultaram em aumento de 6,5% na comparação com maio do ano passado. Em relação ao mês anterior, a carga cresce 5,8% e no acumulado de 12 meses há um aumento de 0,8% na comparação com os doze meses anteriores. O crescimento da carga do Norte está ligado ao aumento da carga de alguns consumidores livres da rede básica e pelo baixo índice de chuvas associadas a temperaturas relativamente altas no período.

 

Fonte: Canal Energia

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA), medido entre os dias 16 de maio a 13 de junho, variou 0,16%, o segundo menor patamar da séries histórica. A alta das despesas com habitação, a maior do indicador divulgado nesta sexta-feira, 23 de junho, foi motivada pela energia elétrica, cujo resultado de 2,24% levou à contribuição de 0,08 ponto porcentual no índice, a mais elevada no ranking que é apurado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.



O instituto explica que apesar da substituição da bandeira vermelha pela verde a partir de junho houve o retorno aos valores sem os descontos que ainda haviam incidido, em parte, no índice de maio, aliado a outros movimentos em parcelas específicas. Esses descontos referem-se à devolução do Encargo de Energia de Reserva (EER) voltado a remunerar a usina de Angra 3, que havia sido cobrado, indevidamente, em 2016.



Com isso, o índice da inflação oficial do país no primeiro semestre está em 1,62%.Nesse mesmo período de 2016 estava em 4,62%. No acumulado de 12 meses o indicador está abaixo do centro da meta do governo federal com 3,52%. A inflação consolidada na região de São Paulo, cujo peso é de 31,68% para o indicador, ficou em 0,2% em junho e 3,73% nos últimos 12 meses. No Rio de Janeiro, peso de 12,46%, os mesmos indicadores ficaram em 0,17% e 4,23%. A terceira em termos de peso, Belo Horizonte (11,23%) os indicadores foram de deflação de 0,21% e de 2,85% nos 12 meses.

 

Fonte: Canal Energia

O Ministério de Minas e Energia autorizou na última quarta-feira, 21 de junho, o enquadramento ao Regime Especial de Incentivos ao Desenvolvimento da Infraestrutura do projeto de transmissão de energia elétrica do Lote 17 do Leilão nº 13/2015 – 2ª Etapa, da Janaúba Transmissora de Energia Elétrica S.A. As linhas de transmissão contempladas pelo lote perpassam cinco municípios na Bahia e 22 em Minas Gerais. O período de execução é de fevereiro de 2017 até o mesmo mês de 2022, demandando investimentos na ordem de R$ 875 milhões sem a incidência de impostos.

Outro projeto enquadrado ao Reidi é de Furnas, relativo a reforços em instalação de transmissão de energia elétrica da Subestação Serra da Mesa, localizada no município de Minaçu, em Goiás. O projeto prevê o complemento do módulo de infraestrutura e a instalação de equipamentos para seccionamento das barras BR9A e BR9B, de 500 kV. O período de execução do projeto vai de dezembro de 2016 a junho de 2019, demandando investimentos de R$ 19,6 milhões sem a incidência de impostos.

 

Fonte: Canal Energia

O Conselho de Administração da Eurelectric elegeu o CEO e Diretor Geral da Enel, Francesco Starace, como novo Presidente do grupo, que representa 3.500 empresas do setor elétrico europeu. Durante seu mandato de dois anos, o principal objetivo de Starace será trabalhar com todos os principais intervenientes ​​do setor de energia e promover a eletrificação como um dos principais impulsionadores da transição energética, como ele apontou em entrevista após receber a nomeação.

“O setor de energia está passando por uma transformação sem precedentes, decorrente da inovação tecnológica, da descentralização e da pressão por uma economia mais ecologicamente correta. Enquanto presidente da Eurelectric, eu farei com que todos os intervenientes do setor de energia ajudem a transformá-lo no principal motor das políticas energéticas europeias para enfrentar os grandes desafios da transição energética”.

O mandato de dois anos de Starace como presidente da Associação se concentrará em três frentes. A primeira é impor uma mentalidade sustentável nos processos de tomada de decisão da indústria, tornando o setor elétrico mais ágil e proativo, envolvendo todos os principais interessados na transição energética. Outra questão é impulsionar e eletrificação, criando novos modelos de negócios entre diferentes regiões. E por fim promover a integração de energias renováveis ​e soluções sustentáveis ​​e inclusivas, alternativas à atual base de ativos altamente dependente de carbono.

 

Fonte: Canal Energia

A Agência Nacional de Energia Elétrica aprovou 22 das 27 propostas apresentadas na chamada pública para a instalação de projetos de eficiência energética e minigeração distribuída em instituições federais de ensino superior. O valor total dos investimentos previstos é R$ 136,7 milhões, com retorno estimado em 6,7 anos. O processo foi lançado no ano passado pela Aneel e inclui tanto ações de eficiência quanto a parte de pesquisa e desenvolvimento.

Os valores serão aplicados em projetos de eficientização de equipamentos de iluminação pública, ar condicionado e destiladores de água, além de instalação de projetos de geração de energia por meio de sistemas fotovoltaicos e de biogás. Das propostas escolhidas, 11 foram aprovadas sem recomendação e outras 11 com recomendação de adequações.

Os projetos ficarão distribuídos em todas as regiões do país, com destaque para os estados de Minas Gerais, com o maior valor, Paraná e São Paulo. Além da economia de energia de 94,23 GWh/ano, eles vão possibilitar a retirada de 16,98 MW da demanda de ponta.

O custo médio da capacidade de geração é de R$ 6.578,05/kWh, e a duração prevista nas propostas varia de 24 a 36 meses. Os projetos envolvem 455 profissionais, parte deles pesquisadores.

As propostas recebidas pela agência reguladora envolviam investimentos de R$ 310 milhões, com R$ 18,6 milhões de contrapartida das instituições de ensino e pesquisa envolvidas. O valor dava uma méda de R$ 11,4 milhões por projeto inscrito. As ações envolveriam 529 profissionais.

Os 22 aprovados preencheram os critérios de originalidade, aplicabilidade, relevância e razoabilidade de custos definidos no edital de chamada pública.
Fonte: Canal Energia

A Santo Antônio Energia anunciou na última sexta-feira, 16 de junho, que Roberto Junqueira Filho será o novo presidente da concessionária. Junqueira é engenheiro eletricista formado pela Universidade Federal de Itajubá (MG) e durante 33 anos exerceu diversas funções técnicas e gerenciais na área operacional de Furnas. A UHE Santo Antônio, que tem 3.568 MW de capacidade instalada, já opera na sua plenitude.

Também houve mudanças na diretoria Financeira e de Relações com Investidores da Saesa. Quem assume é Nilmar Foletto, mestre em administração pela FGV-Rio, que desempenhou a mesma função em Furnas, além de ter atuado na gestão financeira de outras empresas do setor elétrico, como Light, Eletronuclear e Petrobras.

 

 Fonte: Canal Energia

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