Foi divulgada a programação da oitava edição do Brazil Wind Power, que será realizado de 29 a 31 de agosto, no Rio de Janeiro. O evento, que é uma realização do Grupo CanalEnergia em parceria com a Associação Brasileira de Energia Eólica e o Conselho Global de Energia Eólica (GWEC), mais uma vez traz na sua programação os  principais nomes e temas mais importantes. Para a cerimônia de abertura, está convidado o ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho.

No dia 30, a discussão será sobre os desafios da energia eólica, em que representantes de várias esferas do governo terão a palavra. Luiz Eduardo Barata, diretor geral do Operador Nacional do Sistema Elétrico; Romeu Rufino, diretor geral da Agência Nacional Elétrica; Luiz Barroso, presidente da Empresa de Pesquisa Energética e o secretário executivo do MME, Paulo Pedrosa, estão com presença prevista.

Outro painel que vai se realizado no mesmo dia é do Mercado Livre para fontes renováveis. Quem participa é o presidente da Associação Brasileira de Energia Eólica. Reginaldo Medeiros; André Flores, Vice Presidente da Brookfield Energias Renováveis e Paulo Souza, diretor da Ecom Energia.

O financiamento de parques eólicos, um dos maiores desafios do setor nos últimos anos, está no centro do debate no dia 31 de agosto. Carla Primavera,  Superintendente da Área de Energia do BNDES, Eleazar de Carvalho, da Virtus BR Partners e o Diretor Financeiro da Casa dos Ventos, Ivan Hong, tem participação prevista.

Em seguida, acontece o painel de “Desafios da cadeia de abastecimento”, em que representantes dos fabricantes de equipamentos eólicos como GE, Vestas, Acciona, Wobben, Simens Gamesa e WEG debaterão as suas perspectivas e impressões sobre o mercado brasileiro. 
Serviço:

Brazil Wind Power
Data: 29 a 31 de agosto de 2017
Local: Centro de Convenções SulAmérica, no Rio de Janeiro (RJ)
Informaçõeshttp://www.brazilwindpower.com.br

 

Fonte; Canal Energia

A Cemig entregará, até setembro deste ano, dispositivos de aquecimento solar para 250 famílias residentes em sete municípios dos territórios Central, Norte e dos Alto, Médio e Baixo Jequitinhonha de Minas Gerais. A iniciativa da distribuidora é parte do projeto Energia Cidadã, realizado em parceria com o Governo de Minas e com a Companhia de Habitação de Minas Gerais (Cohab). Nesta etapa do programa, os investimentos da companhia nas cidades irão ultrapassar R$ 500 mil.

Os conjuntos habitacionais que estão em fase de receber os equipamentos são: Barragem, em Minas Novas; Monte Formoso, no município de mesmo nome; Wellington Valério de Oliveira, em Monte Azul; Cidade Nova, em São José das Missões; Novo Progresso, em São José do Jacuri; Santa Cecília, em São Sebastião do Maranhão; Zizinha Maciel e Cristal, ambos localizados no município de Corinto.

De acordo com o engenheiro de soluções energéticas Thiago Douglas Ribeiro Batista, da Cemig, o objetivo do programa é substituir equipamentos que têm nível elevado de consumo por outros mais econômicos e eficientes. Além disso, busca-se promover uma redução no valor da conta de energia das famílias de baixa renda do estado, que vivem em conjuntos habitacionais, contribuindo assim para a diminuição dos gastos com eletricidade e o aumento do capital social das comunidades alcançadas pelo projeto.

As famílias beneficiadas receberão um sistema de aquecedor solar e um chuveiro elétrico de baixa potência – que não demandam gastos excessivos para aquecer a água do banho e para serem utilizados em dias mais frios. A expectativa é que os moradores tenham uma redução de 40% no consumo de energia elétrica, o que significa uma economia de até R$ 50 no orçamento doméstico. Cada residência receberá, ainda, cinco lâmpadas mais eficientes da empresa.

Além dos aparelhos de aquecimento solar, chuveiros de baixa potência e lâmpadas mais eficientes, as famílias receberão orientações sobre o uso correto e econômico da energia elétrica, de modo a incentivar a redução do desperdício e também a conservação do meio ambiente.

 

Fonte: Canal Energia

Realizado desde 2010 em Portugal com o título Acredita Portugal, o concurso que premia empreendedores será realizado pela primeira vez no Brasil com o nome The Next Startup. O Instituto EDP, organização que gere os investimentos socioambientais do Grupo EDP, é apoiadora do concurso. Em 2016 foram mais de 50 mil inscritos.  Os interessados terão até 11 de agosto para cadastrarem seus projetos.

A competição é realizada por meio de uma plataforma online chamada DreamShaper, que auxilia a transformação de projetos em um plano de negócio pronto para ser implementado. Para se inscrever no The Next Startup, o participante deverá elaborar o seu planejamento na plataforma e escolher uma das quatro categorias disponibilizadas: Comércio, Serviços e Indústria; Web, Mobile e Alta Tecnologia; Empreendedorismo Social; e Energia. Após o término das inscrições e criação do plano de negócio serão selecionados três projetos finalistas por categoria e um finalista especial de Energia que receberão mentoria de especialistas para evoluírem em suas decisões e no desenvolvimento do negócio.

Os planos serão avaliados por um júri especializado, que decidirá pelos vencedores. O anúncio será em dezembro e o prêmio será concedido em formato de tutorias e capacitações, focado na concretização do sonho de ter um negócio próprio. Além disso, a plataforma permitirá que haja a interação entre organizações interessadas em possíveis investimentos nos projetos apresentados.

“A EDP tem o prazer de patrocinar este concurso que permite empreendedores de todo o Brasil a transformar sonhos em realidade”, ressalta Paulo Ramicelli, assessor do Instituto EDP. “Abrir o próprio negócio com mentoria e acompanhamento especializado é uma vantagem competitiva muito relevante, incentiva a educação empreendedora e vai de encontro com o que a empresa acredita: transformar de forma positiva os indivíduos e a sociedade”, finaliza Ramicelli.

Os clientes da área de concessão da EDP, em São Paulo e no Espírito Santo, que se interessarem na inscrição do concurso, terão isenção no valor do plano standart da plataforma Dreamshaper, que oferece maior acompanhamento do plano de negócio. No concurso, quanto mais estruturado e completo estiver o projeto, maior a chance de ser escolhido pelo júri.

O The Next Startup é patrocinado pela EDP Brasil, e co-organizado pela Dreamshaper e Universia, com o apoio do Governo Federal, BNDES, Fundação Lemann e Sebrae, além de parceiros como o Instituto EDP, Fundação Estudar, Instituto Quintessa, Phomenta, Universidade Anhembi Morumbi, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Universidade Federal do Paraná, IBM, Yunus Social Business, entre outros.

 

Fonte: Canal Energia

A Oferta Interna de Energia, que é a energia necessária para mover a economia, registrou proporção de 43,5% de fontes renováveis em 2016, indicador 2,2 pontos percentuais superior ao verificado em 2015, de 41,3%. O indicador brasileiro é quatro vezes maior que dos países participantes da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico, de apenas 9,5% e três vezes superior ao indicador médio mundial, de 14,2%.

O bom desempenho das fontes renováveis no Brasil é resultado do crescimento de participação das fontes eólica, lixívia da indústria de celulose e resíduos da biomassa, que expandiram 10% no ano passado. A fonte hidráulica também contribuiu para o bom resultado, fechando o ano com progresso de 7%. Na matriz de oferta de fontes renováveis, o etanol ficou 40,1%, ocupando o primeiro lugar no ranking. Em segundo, vem a hidroeletricidade com 28,9% e em terceiro a lenha e o carvão vegetal, com 18,4%. Outras fontes registraram aproximadamente 12,5%.

A menor geração de energia elétrica por fontes fósseis, aliada a retração do consumo destas fontes nos setores econômicos, contribuíram para que o Brasil diminuísse as emissões de CO2 em 7,7% em 2016. Assim, por unidade de energia consumida, as emissões ficaram em 1,48 tCO2/tep (tep = tonelada equivalente de petróleo), indicador inferior ao verificado em 2015, de 1,55 tCO2/tep. As expressivas contribuições da energia hidráulica e da bioenergia na matriz energética brasileira fazem parte do denominador do indicador, o que proporciona relações de emissões bem menores do que a média mundial, de 2,34 tCO2/tep, e dos países desenvolvidos, de 2,23 tCO2/tep.

Apesar dos bons números das renováveis, a Oferta Interna de Energia, de 288,3 milhões de tep (2,07% da energia mundial), mostrou retração de 3,8% em relação a 2015. Esta expressiva queda, coerente com o recuo de 3,6% na economia, teve como principais indutores a redução de quase 20% nas perdas na transformação devidas à menor geração termelétrica, e a redução de 5,3% no consumo do setor energético, uma queda de 7% na produção de etanol.

Já a matriz de energia elétrica ficou em 619,7 TWh em 2016, montante 0,7% superior ao de 2015, de 615,7 TWh.  A oferta por eólica cresceu 54,9%, a solar 44,7% e a nuclear 7,7%. A supremacia da geração hidráulica ficou mais acentuada no período, ficando com 67,1% na estrutura da OIEE – incluindo a importação de Itaipu –  contra os 64% verificados em 2015. Em 2014 foram 65,2% e 70,6% em 2013.

Os dados são da Resenha Energética, produzida pela Secretária de Planejamento do Ministério de Minas e Energia. O documento tem por objetivo apresentar os principais indicadores de desempenho do setor energético brasileiro de 2016, nas áreas de petróleo, gás, bioenergia, energia elétrica, carvão mineral e setores intensivos em energia, além da análise de dados agregados das cadeias energéticas e comparações internacionais.

 

Fonte: Canal Energia

A Agência Nacional de Energia Elétrica liberou a UHE Belo Monte para operação em teste da unidade geradora UG6, de 611,1 MW de potência instalada, a partir de 18 de julho de 2017, segundo despacho publicado pela Aneel na última quarta-feira, 19. A hidrelétrica fica no município de Vitória do Xingu (PA).

A Aneel também autorizou para testes três usinas eólicas: Delta 3 V, com as unidades UG8 e UG9, totalizando 4,6 MW, fica no município de Barreirinhas (MA). A EOL Ventos de Santa Regina localiza-se no município de Caldeirão Grande do Piauí (PI), e poderá testar as unidades geradoras UG1, UG2, UG7, UG8, UG10 e UG11, totalizando 16,2 MW de capacidade. Na mesma cidade piauiense temos a EOL Ventos de Santo Albano, que também poderá testar suas unidades UG1 e UG2, totalizando 5,4 MW de capacidade instalada.

Por fim, a PCH Agro Trafo também recebeu liberação para testar as unidades UG2 e UG3, totalizando 14,04 MW de capacidade. A pequena central hidrelétrica fica localizada no município Dianópolis (TO).

 

Fonte; Canal Energia

A Agência Nacional de Energia Elétrica liberou a central de geração hidrelétrica Dona Assunta para operação comercial das unidades geradoras UG1 e UG2, totalizando 1,9 MW de capacidade instalada, segundo despacho publicado pela Aneel na última terça-feira, 18 de julho. O empreendimento está localizado no município de Novo São Joaquim (MT).

A Aneel também autorizou para testes as eólicas Delta 3 V e Delta 3 VI, com as unidades geradoras UG1, UG10 e UG11, totalizando 6,9 MW e a UG8 e UG9, totalizando 4,6 MW respectivamente. As usinas ficam no município de Barreirinhas (MA).

 

Fonte: Canal Energia

O Ministério de Minas e Energia constituiu o Grupo de Trabalho RenovaBio com o objetivo de propor medidas necessárias para o aprimoramento do marco legal do setor de biocombustíveis. A medida consta da portaria no. 272 da pasta, publicada na edição desta terça-feira, 18 de julho, do Diário Oficial da União. Os princípios que serão observados nos trabalhos do grupo versam sobre a redução das emissões da matriz de combustíveis e eficiência energética.

De acordo com o texto publicado, o GT terá que apresentar até 26 de setembro as propostas de medidas. O grupo é formado pelo MME, que coordenará os trabalhos, pela Casa Civil e pelos ministérios de Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicações; Indústria, Comércio Exterior e Serviços; Agricultura, Pecuária e Abastecimento; Meio Ambiente; Fazenda; Relações Exteriores; Planejamento, Desenvolvimento e Gestão; Secretaria Especial de Agricultura Familiar e do Desenvolvimento Agrário; e Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis.

 

Fonte: Canal Energia

A Agência Nacional de Energia Elétrica publicou nesta segunda-feira, 17 de julho, o despacho nº 2.115, com valor da quota que dezessete transmissoras de energia elétrica devem recolher até 30 de julho de cerca de R$ 7,4 milhões a título de pagamento da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE) do mês de maio.

A Aneel também fixou as cotas de custeio referentes ao Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia Elétrica, para o mês de setembro de 2017, relativos às concessionárias do serviço público de transmissão de energia elétrica que atendam consumidor livre e/ou autoprodutor com unidade de consumo conectada às instalações da Rede Básica do Sistema Interligado Nacional.  O valor soma R$ 20,9 milhões, que deverá ser recolhido por 17 concessionárias de transmissão e entregues à Eletrobras até o dia 10 de agosto de 2017.

 

Fonte: Canal Energia

O Ministério de Minas e Energia autorizou na nesta sexta-feira, 14 de julho, o enquadramento ao Regime Especial de Incentivos ao Desenvolvimento da Infraestrutura as usinas eólicas Campo Largo I, II, XV, XVI e XVIII, que compreendem onze unidades geradoras de 2,7 MW cada, totalizando 29,7 MW de capacidade instalada em cada usina. O empreendimento está localizado no município de Sento Sé (BA), e o período de execução é de outubro de 2016 até janeiro de 2019, demandando investimentos na ordem de R$ 137,4 milhões para cada usina, sem a incidência de impostos.

Outros projetos enquadrados junto ao regimento são de titularidade da Equatorial Transmissora S.A, relativo as linhas de transmissão dos lotes 14,15 e 16 do leilão nº 13/2015 – segunda etapa. O lote 14 compreende a linha de transmissão Igaporã III – Janaúba 3, em 500 kV e o período de cumprimento do projeto é de fevereiro de 2017 até o mesmo mês de 2022, contemplando 20 municípios de Minas Gerais e cinco da Bahia. Os investimentos previstos são de R$1 bilhão sem a incidência de impostos. O lote 15 corresponde a linha de transmissão Igaporã III – Janaúba 3, Segundo Circuito, em 500 kV e terá o mesmo período de execução, de 2017 a 2022. O projeto perpassa seis cidades de Minas Gerais e quatro da Bahia e demandará investimentos de R$423 milhões, sem a incidência de impostos. Com o mesmo período de execução, o lote 16, relativo a linha de transmissão Janaúba 3 – Presidente Juscelino C2, em 500 kV, passará por dez municípios mineiros, com investimentos na ordem de R$499 milhões sem a incidência de impostos.

O MME também aprovou dois projetos de reforços em instalações de transmissão de energia elétrica da CTEEP. O primeiro refere-se a reforços nas subestações Henry Borden e Pirantininga, localizadas em Cubatão e São Paulo (SP), com prazo de execução de abril de 2017 até junho de 2019. Os investimentos serão de R$13,6 milhões sem a incidência de impostos. E o outro é relativo à Subestação Cabreúva, que receberá reforços de instalação entre março de 2017 até o mesmo período de 2019, demandando recursos na ordem de R$35,9 milhões, sem a incidência de impostos. A subestação fica em Cabreúva (SP).

 

Fonte: Canal Energia

A partir do próximo dia 17 de julho, somente lâmpadas LED sinalizadas com o Selo de Identificação da Conformidade do Inmetro poderão ser comercializadas por atacadistas e varejistas. Para os estabelecimentos comerciais cadastrados como micro e pequenas empresas, este prazo se estende até 17 de janeiro de 2018. Certificado compulsoriamente conforme requisitos estabelecidos por meio da Portaria Inmetro 144/2015, o produto em questão é mais eficiente e econômico, com vida útil até 70 vezes maior do que a das lâmpadas incandescentes.

A regulamentação é destinada às lâmpadas LED com dispositivo integrado à base ou corpo constituindo uma peça única, não destacável, sendo destinadas para operação em rede de distribuição de corrente alternada de 60 Hz, para tensões nominais de 127 V e/ou 220 V, ou em corrente contínua (DC ou CC) em qualquer faixa de tensão. Excluem-se lâmpadas com LED coloridos, RGB, que possuem invólucro coloridos e decorativas, lâmpadas de LED com dispositivo de controle incorporado que produzam intencionalmente luz colorida e OLED (Organic Light Emitting Diode).

Além de segurança, o certificado leva em consideração a eficiência energética da tecnologia LED no âmbito do Programa Brasileiro de Etiquetagem (PBE), e a sua durabilidade. Para definir a comprovação da declaração de vida útil, foram realizados ensaios com alguns dos componentes das lâmpadas LED no intuito de testar a veracidade da informação de durabilidade informada pelo fabricante.

 

Fonte: Canal Energia

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